18.1.09

yeah! :)


That's not the beginning of the end
That's the return to yourself
The return to innocence


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29.12.08

a mãe de todas as festas



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10.9.08

Big Bang na Terra


O primeiro feixe de protões atravessou com sucesso os 27 km do LHC [Large Hadron Collider] às 10h28, naquela que se denomina indubitavelmente como a maior de todas as experiências científicas já realizadas.

Apadrinhado pelo C.E.R.N. [Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire], o mais evoluído laboratório mundial em Física das Partículas, este projecto que reuniu cerca de 5.000 físicos e engenheiros durante quase duas décadas procura recriar os milésimos de segundo imediatamente posteriores ao Big Bang.
A sua génese remonta à descoberta da Gravidade por Newton, visto que este a descreveu como uma força que actua sobre a massa, não tendo a Ciência até hoje qualquer explicação factual sobre o mecanismo que gera a massa.

O Grande Colisor de Hadrões é um anel de 27 km, construído desde 1996 nas imediações de Genebra a 100 metros de profundidade, atravessando a fronteira entre a Suiça e a França.
Foi arrefecido durante dois anos até atingir a temperatura de -271,3º C [ou seja, apenas mais 1,9º C que o Zero Absoluto], conseguindo atingir 99,999% da Velocidade da Luz - sensivelmente 300.000 km/segundo.

No seu interior, à potência máxima, serão geradas 600 milhões de colisões de protões por segundo que originarão o surgimento das partículas, algumas das quais nunca observadas.
A mais procurada será a partícula elementar Bosão de Higgs, denominada de "a mãe de todas as partículas" por se crer ser ela que atribui massa a todas as outras.
A sua ausência representaria o colapso de toda a física teórica como a conhecemos hoje.

Segundo alguns cientistas mais temerários, este equipamento poderia provocar uma catástrofe de dimensões cósmicas, criando um buraco negro que acabaria por destruir a Terra.
No entanto, o único receio confirmado será o da formação de quarks, o que originaria uma reacção em cadeia e possibilitaria a formação de matéria estranha. Nesse caso, haveria lugar à conversão da matéria ordinária e todo o planeta se poderia converter numa espécie de matéria estranha.

Naturalmente, todas estas questões foram precavidas e devemos acreditar somente estarmos perante um avanço científico gigantesco, cujas conclusões nos aproximarão do entendimento da origem do Universo há 13,7 bilhões de anos.

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5.8.08

ruínas de Miróbriga

ave caesar


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25.7.08

fmm sines 2008 [faiz ali faiz]



"dá-lhe! dá-lhe!" :)



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7.7.08

provérbio chinês [a interiorizar]

No meio de uma grande alegria,
não prometas nada a ninguém.
No meio de uma grande fúria,
não respondas a carta alguma.


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3.7.08

a inquestionável força utilitária do desconhecido


Só perante o improvável de algumas situações conseguimos ter noção da nossa capacidade alternativa de atingirmos os mesmos objectivos por meios diferentes.

Ontem... acordei sem teclado(!).

Liguei o pc e o pingar do speaker alertou-me para uma imediata alteração dos procedimentos habituais, do quotidiano. Envolto por segundos num mar de dúvidas, por entre olhares sucessivos a todos os cabos visíveis, depressa me foi dado a perceber o motivo do alarido: não havia as tradicionais luzes verdes que piscam alternadamente por cima da secretária.
Acho que só nos apercebemos da sua existência quando se ausentam, por nos faltar algo no campo da visão instintiva.

Estranhei mas prossegui. "Nada que um restart e um ajustar dos cabos não resolva", pensei enquanto me dirigia à máquina de café na procura de ajuda para raciocínios imediatos matinais.
Mas enganei-me.
E percebi então que todas as coisas, como as pessoas e os animais e as árvores e as flores, têm um princípio e um fim. Que duram mas não se eternizam.

Como viver sem ler o google news ao acordar, sem ver mails, sem ter acesso a nada que implicasse um pulsar das teclas?
E embrenhei-me na busca mental de soluções imediatas que tivessem maior celeridade que uma ida à worten ao fim-do-dia por troca com a habitual cerveja-ao-sol-a-ver-o-Tejo.
E... fui salvo pela magnífica força da cafeína em junção com a "capacidade de safanço" típica de qualquer ser, animado ou inanimado.
Por um milagre, fui assombrado por um holograma do windows, onde se lia "acessibilidade". Uma pasta escondida nos acessórios a que nunca acedemos senão por engano. E lá estava ele: o on-screen keyboard!

Uma ferramenta que sempre denominei de absolutamente cretina e desprovida de qualquer utilidade ou interesse (ou que teria por certo denominado, caso imaginasse a sua existência).
Mas estava enganado! Salvou-me o descanso matinal e consequentemente o dia, enquanto me valorizava o ego por ter sabido contornar o impensável através de meios desconhecidos.

Aqui deixo a minha admiração e profundo agradecimento às dezenas de funcionários da microsoft que, ao contrário do esperado, não perderam semanas da sua vida a inventarem um software idiota e sem qualquer praticabilidade.
Afinal, até os teclados virtuais têm direito a 15 minutos de fama!

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4.6.08

back in business


A vida real é indubitavelmente o desporto radical que maiores níveis de adrenalina tem capacidade de libertar.
E será sempre na busca desse limite que vou continuar a gostar de a viver.


O Guerreiro andava adormecido. Anafado, molengão, abstraído. Estabelecido.
Estendeu-se em demasia na estratégia do descanso e do restabelecimento dos valores energéticos, físicos e mentais. Mas foi sempre tendo noção astuta e exacta dos vários pontos por onde foi saltitando.

Até à Primavera.

A maior Força da Natureza, união perfeita de Gaia com o Deus Sol, libertação total e absoluta da luz e das imensas cores e sensações e pensamentos.
Vida gera vida e a Vida em si recria-se.
O Elogio da Existência.

Admirai-vos, pois, perante mais um novo renascimento da fénix dos infinitos sonhos.

Não existimos senão para o Conhecimento.


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14.5.07

hasta siempre

Aeropuerto de Barajas, Madrid


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11.5.07

ahid mil'had said



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